Caneta Plastica com Acionador e Destravador – CA3005

 

Caneta Esferográfica Plástica Colorida Fosca com Acionador e Destravador Colorido. Aciona por Clique e para Destravar Basta Apertar a Parte Inferior do Clip.

Disponível nas Cores: Azul, Vermelha, Laranja, Verde, Amarela, Preta, Lilás, Preta e Rosa.

Quantidade Mínima: 300 Peças

 

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Caneta Esferográfica

As Canetas esferográficas (Caneta Semimetal) são um tipo de caneta cuja tinta envolve uma esfera rolante que desliza sobre a superfície destinada à escrita, disponível em várias cores.

Fabricação

Por isso na evolução da caneta, o uso de uma esfera na ponta possibilitou a distribuição constante e uniforme de tinta, o que popularizou o uso deste instrumento de escrita ao mesmo tempo em que substituía com vantagem a caneta-tinteiro (como pode observar nesse Link)

Por isso com a invenção da caneta as pessoas passaram a escrever cartas, postais e livros. Hoje em dia a caneta esferográfica é usada universalmente para escrever apontamentos e fazer testes.

História

Dessa Forma, o conceito de uma caneta esferográfica remonta à patente registada por John J. Loud em 30 de Outubro de 1888. Tratava-se de um produto destinado a marcar couros e não foi explorado comercialmente.

Posteriormente, o jornalista húngaro e naturalizado argentino László Bíró inventou a primeira caneta esferográfica, na década de 1930. Entretanto, ele havia percebido que o tipo de tinta utilizado na impressão de jornais secava rapidamente, deixando o papel seco e livre de borrões. Dessa forma, imaginou então, criar uma caneta utilizando o mesmo tipo de tinta. Entretanto, a tinta, espessa, não fluía de maneira regular. A inovação era prática: enquanto a caneta corria pelo documento, a esfera girava no interior do bico, recolhendo a tinta do cartucho e depositando-a sobre o papel; complementarmente, vedava o reservatório, impedido que a tinta secasse (provocando entupimento da caneta) ou vazasse. László Biró e seu irmão Georg (um químico), entraram com um pedido de patente da sua caneta esferográfica em seu país natal, a Hungria, na França e na Suíça[1] em 1938.

Fugindo do Hitler

Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, para fugir às perseguições nazistas no seu país, László e Georg tiveram que deixar a Hungria e receberam a patente em Paris. Tendo László encontrado, ainda em 1938, um argentino na Iugoslávia, e tendo este ficado impressionado com a invenção, convidou-o a radicar-se naquele país sul-americano. Quando instalado, o estranho apresentou-se como Agustín Pedro Justo, Presidente da Argentina. Recém-chegados ao país com a ajuda de um amigo chamado Meyne, os irmãos fundaram a companhia “Biró y Meyne” em 10 de junho de 1940, requerendo uma patente argentina em 10 de junho de 1943.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico adquiriu os direitos de licenciamento desta patente dentro do chamado “esforço de guerra”. A Royal Air Force necessitava de um novo tipo de caneta, que não permitisse o escapamento de tinta em altitudes, nos aviões de caça, como as canetas-tinteiro (tinta-permanente). O bom desempenho das novas canetas para a RAF trouxe sucesso ao inventor e ao seu produto.

Em 1944 László Biró vendeu a patente do seu invento ao norte-americano Eversharp-Faber pela quantia de dois milhões de dólares, e, na Europa, ao francês Marcel Bich.

Caneta Personalizada